Maio Amarelo é tema de abordagem nas bases operacionais da Águas do Rio na Baixada

Atividades institucionais e palestra sobre segurança no trânsito foram destaques entre os colaboradores da empresa.

O trabalho de conscientização com equipes baseadas em Nilópolis. Foto: Divulgação

O Maio Amarelo, ação mundial que visa chamar a atenção sobre os cuidados no trânsito, foi marcado por ações nas bases operacionais da Águas do Rio em Queimados, Nova Iguaçu e Nilópolis.

Na quarta-feira, dia 25, gestores, técnicos de Segurança do Trabalho e autoridades municipais do Transporte e Trânsito, realizaram palestras para os colaboradores das unidades. Rodrigo Cesário, chefe de Educação para o Trânsito de Mesquita, conduziu a atividade em Nilópolis e em Nova Iguaçu. Já Eduardo Xavier, subsecretário de Transporte e Trânsito de Queimados, falou com as equipes baseadas na cidade.

Segundo o diretor-superintendente com atuação na Baixada, Luiz Fabbriani, segurança é inegociável e o tema é constantemente pontuado nos Diálogos Diários de Segurança (DDS) da companhia. “O Maio Amarelo veio reforçar o que já realizamos diariamente com nossos colaboradores. Seguimos com uma conduta rígida no que diz respeito a segurança dos nossos profissionais e dos pedestres, sempre zelando pelo bem-estar de todos”, afirma.

Para Érica Souza, analista de Planejamento, a ação ampliou seus conhecimentos sobre o Código Nacional de Trânsito. “Foram abordadas diversas ações que nós, condutores, fazemos e precisamos repensar. Através da palestra, conheci artigos do código e fui conscientizada que existem inúmeras leis que precisamos seguir para evitar e diminuir os acidentes. Saio daqui repensando minhas atitudes e querendo ser uma motorista melhor”, disse.

Ao longo da semana, os colaboradores foram surpreendidos com abordagens internas, realizadas por meio de fitas e balões amarelos, que decoraram os prédios e as viaturas da superintendência, em alusão ao movimento. Cartazes chamados de “Semáforo do Comportamento”, foram espalhados, onde os funcionários puderam contribuir, escrevendo suas experiências no trânsito que consideram positivas, que merecem atenção e que aquelas definidas como proibidas.

Senado pode aprovar penas maiores para crimes contra florestas

O projeto tem parecer favorável do senador Izalci Lucas (PSDB-DF). Se for aprovado pela CMA, ele seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Foto: Arquivo Agência Brasil

Da Agência Senado – A Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado se reúne na próxima quarta-feira (1º), a partir das 8h30, e pode aprovar o projeto de lei que aumenta as penas para os crimes ambientais contra florestas e vegetação (PL 2.606/2021).

O projeto, que é da senadora Nilda Gondim (MDB-PB), altera o capítulo da Lei de Crimes Ambientais (LEi 9.605, de 1998) que prevê os crimes contra a flora.

A senadora propõe elevar as seguintes penas:

Destruir ou danificar floresta de preservação permanente: de 1 a 3 anos de detenção) para 2 a 4 anos de reclusão.

Destruir ou danificar vegetação primária ou secundária da mata atlântica: de 1 a 3 anos de detenção para 2 a 4 anos de reclusão.

Cortar árvores em floresta de preservação permanente sem autorização: de 1 a 3 anos de detenção para 2 a 4 anos de reclusão.

Provocar incêndio em mata ou floresta: de 2 a 4 anos de reclusão para 3 a 6 anos de reclusão.

Destruir ou danificar vegetação fixadora de dunas ou protetora de mangues: de 3 meses a 1 ano de detenção para 1 a 3 anos de detenção.

Desmatar, explorar ou degradar floresta em área de domínio público sem autorização: de 2 a 4 anos de reclusão para 3 a 6 anos de reclusão.

A diferença entre as penas de detenção e reclusão é que a primeira pode começar a ser cumprida em regime aberto ou semiaberto, enquanto a segunda deve começar a ser cumprida em regime fechado. Todas as penas modificadas pelo projeto também envolvem o pagamento de multa, que fica mantido.

O projeto tem parecer favorável do senador Izalci Lucas (PSDB-DF). Se for aprovado pela CMA, ele seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Audiências Públicas
A pauta da CMA também inclui requerimentos para audiências públicas. Os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal e‑Cidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.

Diversidade na Ciência: qual a importância de equipes diversas para a inovação científica e tecnológica?

O Instituto Nacional de Tecnologia (INT) promove um debate virtual sobre o “Guia de Formação de equipes extraordinárias” que aborda a necessidade da diversidade na Ciência quanto à raça, etnia, gênero e regionalidade.

O Instituto Nacional de Tecnologia (INT) promove um debate virtual sobre o “Guia de Formação de equipes extraordinárias” que aborda a necessidade da diversidade na Ciência quanto à raça, etnia, gênero e regionalidade.

A pesquisadora e coordenadora de Tecnologia Química do INT, Andréa Farias, juntamente com os pesquisadores da UFMG, UFBA, PUC- Rio/ FAPERJ e WTT conversam sobre a importância de equipes diversas para a inovação científica e tecnológica.

A transmissão do evento será no YouTube, na próxima quarta-feira, 25, às 15 horas. Assista aqui.

Baixada Fluminense enterra R$ 310,3 milhões em resíduos recicláveis, revela estudo da Firjan

De acordo com o mapeamento, para que os resíduos pós-consumo tenham a melhor destinação possível, é preciso criar uma rede de infraestrutura e incentivar negócios que viabilizem a triagem e o beneficiamento.

Estudo calculou materiais que seguem para aterros sanitários. Foto: reprodução Curso CPT

Os municípios da Baixada Fluminense enterram anualmente mais de R$ 310 milhões em materiais que poderiam seguir o caminho da reciclagem e gerar recursos para o estado. Esse é um dos resultados do recorte regional do “Mapeamento dos Fluxos de Recicláveis Pós-Consumo no Estado do Rio de Janeiro”, realizado pela Firjan, com o objetivo de contribuir para o fortalecimento do encadeamento produtivo da reciclagem, estimulando a retenção de recursos materiais e econômicos, além da redução da sobrecarga dos resíduos ao meio ambiente.

O estudo, realizado com base em dados públicos oficiais de órgãos ambientais, investigou a trajetória dos recicláveis pós-consumo em todas as regiões fluminenses (ou seja, materiais que saíram do ambiente produtivo e tornaram-se resíduos após o uso final, provenientes tanto de domicílios como de geradores empresariais). A intenção é fornecer – aos investidores, gestores empresariais, formuladores de políticas públicas e outros tomadores de decisão – subsídios para a transformação do Rio em um estado reciclador e valorizador do material pós-consumo descartado. Além de evidenciar as perdas de resíduos para o ambiente, o estudo calculou a parcela de materiais que seguem para destinação em aterros sanitários, mas que poderiam estar sendo reaproveitados na região: 706,2 mil toneladas.

“Ao dividir o foco por regiões, percebemos algumas vocações específicas, como a concentração de empreendimentos do encadeamento produtivo da reciclagem na capital, na Baixada e no Sul Fluminense. Outras regiões do interior do estado, com menos expressividade em termos de empreendimentos formais, mostraram mais engajamento na segregação de recicláveis no momento da geração do resíduo. Precisamos explorar os pontos fortes de cada região e entender o que dá certo em um lugar que pode vir a funcionar em outro”, detalha Isaac Plachta, presidente do Conselho Empresarial de Meio Ambiente da Firjan.

De acordo com o mapeamento, para que os resíduos pós-consumo tenham a melhor destinação possível, é preciso criar uma rede de infraestrutura e incentivar negócios que viabilizem a triagem e o beneficiamento. As recomendações, entre outras, são a criação de incentivos para a segregação do reciclável na origem, a desburocratização das atividades relacionadas à reciclagem, o desenvolvimento de ações para a formalização dos atores da cadeia da reciclagem e ações para atração de novos investimentos no setor.

Acesse o estudo completo aqui e confira os dados específicos de cada município da Baixada Fluminense.

Prêmio Firjan de Sustentabilidade 2022 abre inscrições

A edição atual, a décima desde 2013, possui seis categorias, uma delas incluída este ano.

Podem participar empresas, associações, sindicatos, instituições de pesquisa, terceiro setor, universidades e demais pessoas jurídicas

Já estão abertas – e seguem até 31/08 – as inscrições para o Prêmio Firjan de Sustentabilidade 2022, novo nome do tradicional Prêmio Firjan Ambiental. “O título foi atualizado, mas a nossa intenção continua a mesma, a de reconhecer as ações bem-sucedidas desenvolvidas pelas empresas e instituições no estado do Rio de Janeiro. Queremos divulgar e motivar melhores práticas, que envolvam o aprimoramento dos processos produtivos industriais, projetos socioambientais e iniciativas de cunho sustentável”, destaca Isaac Plachta, presidente do Conselho Empresarial de Meio Ambiente da Firjan.

Podem participar empresas, associações, sindicatos, instituições de pesquisa, terceiro setor, universidades e demais pessoas jurídicas com projetos concluídos ou em fase de implantação, desenvolvidos no estado do Rio e com resultados mensuráveis em 2020 e/ou 2021. Os finalistas e vencedores serão revelados durante a cerimônia de premiação, que será realizada na segunda quinzena de outubro.

A edição atual, a décima desde 2013, possui seis categorias, uma delas incluída este ano: Estratégias de Engajamento e Promoção da Agenda 2030 dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. As demais continuam, embora a maior parte com nomes atualizados. São elas: Água e Efluentes; Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos; Mudança do Clima e Eficiência Energética; Resíduos Sólidos; e Gestão de Impacto e Investimento Social.

O regulamento completo está disponível no site do Prêmio.

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